15 de set de 2015

La zona de desarrollo próximo: donde cultura y conocimiento se generan mutuamente, de Michael Cole

O texto inicia com a problematização em torno da separação dos enfoques da psicologia em subáreas (evolutiva, cognitiva e cultural). Para o autor, estes temas estão intimamente relacionados, e entra em desacordo com tal separação que compreende o desenvolvimento cognitivo em separado das circunstâncias culturais em que as pessoas se desenvolvem. Tal separação ocorre sob uma perspectiva histórica, Wundt, por exemplo, já trazia em sua perspectiva a distinção entre as funções psicológicas.
De forma simplificada, a mente e a sociedade podem ser retratadas de forma dualista, trazendo à psicologia a tarefa de relacionar os aspectos individuais com os sociais.
Vygotski trabalha a partir de uma conciliação entre o estudo das experiências culturais com o estudo do desenvolvimento cognitivo. O autor não admitia a separação do entorno com o individual. Para ele o desenvolvimento cognitivo se tratava de um processo necessário para a aquisição da cultura.
Rumehart conceitua os esquemas por unidades básicas de conhecimento humano (que constituem os conceitos em questão e que se inter-relacionam). Os esquemas constituem a representação.

O trabalho em questão traz o enfoque sociocultural com um papel central na estruturação das diferenças entre as pessoas. Em suas perspectiva, as atividades interiores e exteriores ao sujeitos devem ser vista a partir do mesmo patamar. As atividades dos sujeitos não apenas se desenvolvem em uma situação e ambiente determinados, mas são, de forma intrínseca, dependentes do ambiente e da situação em que ocorrem. A ênfase também ocorre na teoria de a atividade humana é fruto da interação mútua.

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