11 de mai de 2013

Mães

Existem mães e mães por aí. E me arrisco a dizer: não há nada em comum entre elas, absolutamente. Há mães que deram à luz, mas não criaram. Outras que criaram sem dar à luz. Há mães que são também pais. Há vós que se tornaram mães. Há crianças que tem duas mães - e, perdão moralistas, mas que sorte dessas crianças que tem um lar que é diferente e bonito também.

Diferentemente do que pensamos, mães não são heroínas, não têm superpoderes. Ela cometem erros, choram e nos fazem chorar, preocupam-nos e nos exigem atenção. E merecem sempre o nosso perdão, por tanto que nos perdoam todos os dias.


Hoje é o dia de parar para agradecer pelo ciclo da natureza nos dar uma mãe logo ao nascer. Essas mães são o ponto de repouso de tanto movimento que há em nós - ponto de repouso que um dia se vai para sempre, levando o pouco de segurança que tínhamos quanto à vida, e nos fazendo pensar na finitude do tempo...
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Às mães que sofrem para carregar no ventre e para criar seus filhos no meio de tanta miséria, obrigada. Às mães que sofrem violências e repressões de todos os tipos nessa sociedade e em outras, obrigada. Às mães que lutam sozinhas todos os dias para ver o seu filho crescer nas melhores condições possíveis, obrigada. Às mães que não abandonam, parabéns por este e por todos os dias de nossas vidas!

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