23 de mai de 2012

Política Atual


      O último ano, 2011, foi o primeiro em que tivemos uma mulher como governante de nosso país, Dilma Vana Rousseff, através do Partido dos Trabalhadores (PT), o qual representa governo esquerdista.
      As medidas provisórias que são decretadas pela presidente precisam ser avaliadas e aceitas por nosso congresso bicameral composto pela Câmara Baixa (dos deputados) e Câmara Alta (senadores). Podem-se citar como exemplo, entre senadores e deputados, os digníssimos José Sarney (PMDB), Jair Bolsonaro (PP), Paulo Maluf (PP) e Tiririca (PR), cada qual com suas peculiaridades. Poder-se-ia chamar a ideologia do governo de hoje de pseudomonetarismo (não relacionado à teoria de Milton Friedman), pois os decretos do (a) governante apenas são aceitos pelo Congresso caso ganhem algo em troca, e esse tende a aceitar as exigências do parlamento para, futuramente, não ter problemas com as suas decisões, como um grande jogo de troca de favores.
     A extensão continental de nosso país influência na imensa diversidade de opiniões partidárias dentro do governo, o Brasil é formado por diversos conjuntos de diferentes visões, no entanto, todos se encaminham para o lado de interesses individuais. São raros aqueles que relevam os problemas sociais como a falta de educação, a desigualdade que leva à miséria, os centros de saúde precários, e todos os direitos dos trabalhadores. Estes sequer aparecem nos meios de comunicações, e, geralmente, fazem parte de partidos sem grande quantidade de verba, dificultando, assim, o modo de dar-se ênfase, permanecendo no quase-anonimato.

      A oposição ao atual governo mais forte é o PSDB, representada na última eleição presidencial pelo José Serra, o segundo a obter mais votos. Outras como o PSOL, PV e PC do B com ideais diferentes são bem menores em se tratando de influência monetária, portanto não aparecem como as outras nos sistemas de comunicação.

Um comentário:

  1. muito bom seu blog e seu post.

    Essa parte que vc citou:

    "São raros aqueles que relevam os problemas sociais como a falta de educação, a desigualdade que leva à miséria, os centros de saúde precários, e todos os direitos dos trabalhadores. Estes sequer aparecem nos meios de comunicações, e, geralmente, fazem parte de partidos sem grande quantidade de verba, dificultando, assim, o modo de dar-se ênfase, permanecendo no quase-anonimato."

    Infelizmente isso acontece! e gera uma certa revolta em mim.
    Mas o governo prefere investir em estádios para a copa (política do pão e circo), do que investir em educação e saúde.

    Eu acho que isso tudo é uma grande máfia, governo e mídia. uma tremenda omissão!
    E sinceramente não vejo uma solução.

    Parabéns pelo blog!

    Um abraço.


    http://aleartdigital.blogspot.com.br/

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